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Controllato!

Fiscalização em vigor desde 26.05.2026

O fiscal não pede boa intenção.Pede evidência datada.

A Controllato liga canal de denúncia, plano de ação e verificação de eficácia em um único fluxo rastreável — e estende o mesmo fio ao inventário de risco psicossocial, organizado para o seu profissional de SST validar e assinar.

  • Lei 14.457/2022
  • Portaria MTE 1.419/2024
  • NR-1 · GRO/PGR
  • LGPD
Cadeia de evidênciaexemplo
  1. 12/03 09:41

    Manifestação recebida

    Canal anônimo · protocolo #A7F2-31

  2. 12/03 11:07

    Triagem e classificação

    Fator psicossocial · risco alto

  3. 14/03 16:22

    Plano de ação aberto

    Responsável e prazo definidos

  4. 28/04 10:15

    Verificação de eficácia

    Risco reavaliado · encerrado com prova

Cada elo guarda quem fez, quando e sob qual permissão. É esse encadeamento — e não o documento solto — que sustenta a inspeção.

01O diagnóstico

Sua empresa provavelmente já faz o trabalho. Só não consegue provar.

Na fiscalização da NR-1 psicossocial, o que se examina não é a intenção nem o volume de documentos: é a consistência da corrente perigo → avaliação → inventário → plano de ação → monitoramento. São sempre os mesmos cinco pontos que arrebentam.

  1. 01

    A denúncia chega pelo WhatsApp do gerente

    Sem protocolo, sem sigilo e sem prazo. Quando o assunto é assédio, quem relata precisa saber que a empresa não consegue descobrir quem falou — senão ninguém fala.

  2. 02

    O plano de ação mora numa planilha

    Responsável, prazo e status até existem. O que não existe é a cobrança automática, o histórico de quem mudou o quê e a prova de que a medida saiu do papel.

  3. 03

    O documento tem data. A operação, não

    O inventário é atualizado uma vez por ano; a loja muda de escala, de meta e de gente toda semana. Na inspeção, o documento não descreve a empresa que o fiscal está vendo.

  4. 04

    Ação concluída não é risco reduzido

    Fechar tarefa é fácil. Difícil é responder à pergunta seguinte: o risco caiu? Sem verificação posterior, o ciclo de gestão nunca fecha — e é justamente o ciclo que se fiscaliza.

  5. 05

    Falta o fio que liga tudo

    Denúncia numa pasta, avaliação em outra, plano de ação num e-mail, evidência no celular de alguém. Cada peça existe; ninguém consegue mostrar a corrente inteira em ordem.

02Como funciona

Quatro movimentos.Um fio só, do relato à prova.

A norma não pede quatro sistemas. Pede um ciclo de gestão que feche. Aqui, cada etapa já nasce presa à anterior — quem abre um plano de ação sabe qual relato o originou, e quem encerra precisa dizer por que o risco baixou.

01

Escutar

Um canal que as pessoas usam de verdade

  • Canal de denúncia anônimo por desenho, com protocolo de retorno
  • Três modos de identificação — anônimo, sigiloso ou identificado
  • Escuta ativa por pesquisa, sem expor respostas individuais
02

Diagnosticar

Risco medido por grupo, nunca por pessoa

  • Fatores psicossociais mapeados por grupo homogêneo de exposição
  • Matriz probabilidade × severidade com classificação por fator
  • Inventário de risco psicossocial organizado no formato do PGR
03

Agir

Plano de ação que não vence em silêncio

  • Medida, responsável, prazo e recurso — o 5W2H que a norma pede
  • Cada ação nasce ligada ao relato ou ao fator que a originou
  • Prazo e responsabilidade visíveis para quem cobra e para quem executa
04

Comprovar

Encerramento só com prova de que o risco caiu

  • Verificação de eficácia obrigatória antes de dar a ação por concluída
  • Reincidência monitorada: o que volta a acontecer reabre o ciclo
  • Trilha datada de quem fez o quê, quando e sob qual permissão

O ganho não está em nenhuma dessas etapas isolada — está no fato de as quatro serem a mesma história, contada em ordem, com data. É isso que uma inspeção consegue seguir do começo ao fim.

03Exigência a exigência

O que a NR-1 psicossocial exige e quem cobre cada linha.

Esta é a checagem que fazemos linha a linha antes de dizer que algo está coberto. Está pública porque conformidade não se vende com promessa vaga: onde a responsabilidade não é nossa, está escrito que não é.

ControllatoControllato + SSTProfissional de SSTEm breve
  1. 01

    Canal de denúncia confidencial, com anonimato garantido

    Canal isolado, três modos de identificação e protocolo anônimo de retorno

    Controllato
  2. 02

    A denúncia alimenta o monitoramento e o plano de ação

    Relato, tratativa, plano e verificação ficam ligados entre si, em ordem e com data

    Controllato
  3. 03

    Escuta ativa dos trabalhadores

    Coleta anônima com piso de anonimato antes de qualquer recorte ser exibido

    Controllato
  4. 04

    Instrumento validado, não questionário improvisado

    Questionário psicométrico reconhecido, versionado a cada aplicação

    Controllato
  5. 05

    Identificação dos perigos psicossociais por setor e atividade

    Mapa de fatores por grupo homogêneo de exposição — nunca por indivíduo

    Controllato
  6. 06

    Inventário de riscos com os fatores psicossociais

    Inventário montado e mantido vivo, ligado aos relatos e às pesquisas que o alimentaram

    Controllato
  7. 07

    Matriz probabilidade × severidade com classificação de nível

    Matriz aplicada por grupo; o profissional interpreta e ajusta a classificação

    Controllato
  8. 08

    Plano de ação 5W2H: medida, responsável, prazo e recurso

    É a estrutura padrão de toda tratativa aberta na plataforma

    Controllato
  9. 09

    Verificação de eficácia das medidas adotadas

    Etapa obrigatória de encerramento, com reincidência monitorada depois

    Controllato
  10. 10

    Rastreabilidade aceita em fiscalização

    Trilha datada e imutável de cada passo, guardada por 5 anos

    Controllato
  11. 11

    Monitoramento por indicadores e revisão periódica

    Indicadores psicossociais e painéis sobre os dados que a própria operação gerou

    Controllato
  12. 12

    Documentação datada, assinada e disponível aos trabalhadores

    A plataforma guarda e organiza; a assinatura é de quem responde tecnicamente

    Controllato + SST
  13. 13

    Avaliação sem confundir risco do trabalho com diagnóstico clínico

    O software avalia condição de trabalho; interpretação clínica é do profissional

    Controllato
  14. 14

    Integração formal ao GRO/PGR

    A evidência sai organizada no formato do PGR; a integração formal é do profissional

    Profissional de SST
  15. 15

    Laudo técnico e assinatura do PGR

    Nunca do software. A norma exige responsável identificável — e é isso que protege você

    Profissional de SST
  16. 16

    Treinamento de gestores e trabalhadores sobre condutas vedadas

    Trilha de capacitação ligada aos fatores de risco que a sua operação já mapeou, com registro de quem fez e quando

    Em breve

Base normativa: NR-1 (GRO/PGR) com a redação da Portaria MTE 1.419/2024, Lei 14.457/2022 e o encerramento do período educativo em 25/05/2026. Enquadramento por porte e grau de risco deve ser confirmado caso a caso com o profissional responsável.

04A objeção que importa

Anonimato por desenho,não por promessa.

Quase todo canal do mercado promete sigilo. A pergunta que o seu colaborador faz — mesmo sem falar em voz alta — é outra: se a empresa quiser descobrir, ela consegue?

Enquanto a resposta for “ela promete que não vai tentar”, o canal recebe pouco relato e a empresa acredita, erradamente, que não tem problema. Um canal vazio não é um sinal de saúde: é um sintoma.

Separação de origem
O conteúdo da manifestação vive isolado do resto da operação. Quem trabalha no dia a dia da empresa não alcança o relato — não por política interna, por desenho do sistema.
Acesso mínimo, sempre registrado
Ler um relato é uma permissão específica e nominal. Toda leitura entra na trilha. Quem abriu, quando e por quê é uma pergunta com resposta.
Conflito de interesse tratado na entrada
Relato que envolve alguém da linha de decisão não cai na mão dessa pessoa. A triagem desvia antes de qualquer um ler.
Retorno sem exposição
Quem denunciou acompanha o caso e recebe resposta por protocolo, sem se identificar em nenhum momento. Canal que não responde é canal que ninguém usa duas vezes.

Anonimato não é apagar rastro. A trilha registra o que a empresa fez com o relato — prazo, responsável, desfecho — sem nunca expor quem falou. As duas coisas convivem, e a fiscalização precisa das duas.

05A fronteira

“Quatro coisas este software nunca vai fazer — e é exatamente por isso que ele serve para a fiscalização.”

Nunca emitimos laudo

O software monta o inventário, aplica a matriz e organiza a evidência. Quem emite e assina é o profissional de SST — a norma exige responsável identificável, e laudo de software não protegeria ninguém.

Nunca avaliamos a pessoa

A unidade de análise é o grupo de exposição, sempre. Avaliamos condição de trabalho, não indivíduo, e não produzimos nada que se pareça com diagnóstico clínico.

Nunca vigiamos

Sem leitura de mensagem, câmera ou monitoramento de comunicação. Vigilância é, ela própria, um fator de risco psicossocial — combatê-la criando outro seria incoerente.

Nunca decidimos sozinhos

Inferência automática não vira veredito formal sem revisão de uma pessoa responsável. A máquina prepara; o humano identificável decide e responde.

06A alternativa honesta

O que muda em relação ao que você já usa

Ninguém troca de ferramenta por funcionalidade. Troca quando a ferramenta atual falha exatamente onde dói — e aqui dói na hora da inspeção, quando alguém pede o encadeamento e ele não existe.

  • Recebe o relato com anonimato

    Planilha e e-mail
    Não
    Canal de denúncia avulso
    Sim
    Controllato
    Sim, com separação de origem e acesso registrado
  • Responde ao denunciante sem expor a identidade

    Planilha e e-mail
    Não
    Canal de denúncia avulso
    Às vezes
    Controllato
    Protocolo anônimo de retorno
  • Mede risco psicossocial por grupo de exposição

    Planilha e e-mail
    Não
    Canal de denúncia avulso
    Não
    Controllato
    Sim, com instrumento validado e versionado
  • Monta o inventário no formato do PGR

    Planilha e e-mail
    Manual, refeito todo ano
    Canal de denúncia avulso
    Não
    Controllato
    Montado a partir do que a operação já gerou
  • Liga o relato ao plano de ação que ele originou

    Planilha e e-mail
    Só na memória de alguém
    Canal de denúncia avulso
    Não
    Controllato
    Vínculo explícito, do começo ao fim
  • Exige prova antes de encerrar a ação

    Planilha e e-mail
    Não
    Canal de denúncia avulso
    Não
    Controllato
    Verificação de eficácia obrigatória
  • Trilha datada e imutável para a inspeção

    Planilha e e-mail
    Histórico editável
    Canal de denúncia avulso
    Parcial
    Controllato
    Cada passo, por 5 anos
  • Entrega o dossiê pronto para o profissional de SST assinar

    Planilha e e-mail
    Montagem manual
    Canal de denúncia avulso
    Não
    Controllato
    Organizado no formato que ele espera

07Qualificação

Para quem isto foi construído

Compliance, jurídico e ouvidoria
Sabe que a defesa da empresa é o processo documentado. Hoje o processo existe na prática e não existe no papel.
RH e Gente & Gestão
Responde pelo canal de denúncia e pelo clima, mas descobre o problema tarde — quando já virou desligamento, afastamento ou processo.
SST e consultorias
Precisa de dado consistente para assinar. Recebe planilha remontada às pressas na véspera e assume o risco técnico sozinho.
Direção de operação distribuída
Dezenas de unidades, rotatividade alta e meta apertada. O risco psicossocial não aparece no relatório mensal — aparece na autuação.

Não é para

  • Quem quer só um formulário de denúncia barato, sem processo por trás
  • Quem espera laudo emitido por software — isso não existe e não deveria existir
  • Quem quer monitorar pessoas individualmente: vigilância é, ela própria, fator de risco psicossocial

Dizer não a três coisas é o que nos deixa dizer sim ao resto com precisão.

08Diagnóstico rápido

Oito perguntas quea fiscalização faz.

Responda com honestidade — ninguém está vendo. No fim você recebe o retrato do seu ciclo e a lista nomeada do que falta.

Progresso0/8

No fim você recebe

  • O retrato do seu ciclo em uma frase
  • A lista nomeada do que ficou em aberto
  • O ponto por onde começar a corrigir
  1. 01Existe um canal de denúncia em que o relato não pode ser rastreado até a pessoa, nem pela própria empresa?
  2. 02Quem denuncia consegue acompanhar o caso e receber resposta sem se identificar?
  3. 03Existe inventário de risco psicossocial por grupo de exposição, atualizado nos últimos 12 meses?
  4. 04A avaliação usa instrumento validado, e não um questionário montado internamente?
  5. 05Todo plano de ação registra medida, responsável, prazo e recurso?
  6. 06Nenhuma ação é encerrada sem verificação posterior de que o risco caiu?
  7. 07Você consegue mostrar hoje, em ordem e com data, a corrente relato → avaliação → ação → prova?
  8. 08O profissional de SST recebe esse material organizado, pronto para validar e assinar?

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10Perguntas frequentes

As objeções, respondidas antes da reunião

Se a sua pergunta não estiver aqui, ela é melhor ainda. Mande.

Perguntar direto
A fiscalização já começou. Ainda vale a pena começar agora?

Vale, e é o cenário mais comum. O que se examina é a consistência do processo de gestão de risco, não a data em que ele nasceu: um ciclo iniciado agora, com registro datado e evidência real, sustenta muito melhor uma inspeção do que um documento produzido às pressas para preencher lacuna do passado. O pior resultado é continuar sem rastro.

Minha empresa é obrigada a ter canal de denúncia e inventário psicossocial?

A Lei 14.457/2022 exige canal de denúncia e medidas contra assédio para empresas obrigadas a constituir CIPA, e a NR-1, com a redação da Portaria MTE 1.419/2024, incorporou os riscos psicossociais ao gerenciamento de riscos ocupacionais. O enquadramento exato depende de porte, grau de risco e estrutura da sua operação — é uma conferência que deve ser feita caso a caso com o seu responsável técnico de SST e o jurídico.

Vocês emitem o laudo ou substituem o profissional de SST?

Não, e nunca vamos emitir. O software monta o inventário de risco psicossocial, aplica a matriz de probabilidade e severidade e organiza a evidência no formato do PGR. A emissão, a validação técnica e a assinatura são sempre do profissional de SST habilitado. A norma exige responsável identificável, e é justamente essa fronteira que protege a empresa.

Como o anonimato funciona na prática?

O conteúdo da manifestação fica separado da operação do dia a dia, o acesso é permissão nominal e toda leitura entra na trilha de auditoria. Quem denuncia acompanha o caso e recebe resposta por protocolo, sem se identificar em momento algum. Anonimato aqui é decisão de desenho do sistema, não promessa de política interna.

E a LGPD, já que se trata de dado sensível?

O tratamento parte do acesso mínimo: cada perfil vê apenas o necessário, todo acesso é registrado, os dados têm ciclo de vida e prazo de retenção definidos, e recortes analíticos só aparecem acima de um piso mínimo de participantes, para impedir reidentificação. Nenhuma inferência automática vira decisão formal sem revisão de uma pessoa responsável.

Funciona para rede com muitas unidades?

É exatamente o cenário que motivou o produto. Operações distribuídas, com rotatividade alta e metas apertadas, são onde o risco psicossocial aparece primeiro e onde a evidência se perde mais rápido. A análise é feita por grupo de exposição, o que permite comparar unidades sem expor pessoas.

Já temos um canal de ética contratado. Precisa trocar?

Não necessariamente. O canal isolado costuma resolver a entrada do relato e parar ali — sem diagnóstico, sem plano de ação ligado ao relato e sem verificação de eficácia. A conversa útil é olhar o que já existe, ver o que fica de pé e onde a corrente arrebenta antes de decidir substituir qualquer coisa.

Quanto custa e como começa?

Depende do porte da operação e de quanto do ciclo já existe na sua empresa. A primeira conversa é justamente para olhar o que você tem hoje, apontar as lacunas em relação à norma e dizer com clareza o que faz sentido implantar primeiro — normalmente o canal e o plano de ação, que dão evidência datada mais rápido.

Próximo passo

Uma conversa de 30 minutos vale mais que um PDF de proposta.

Não temos formulário longo, sequência de e-mails nem demonstração enlatada. Tem uma conversa direta sobre a sua operação — e um retrato honesto de onde você está em relação à NR-1 psicossocial.

  1. 01

    Você conta como o ciclo funciona hoje — canal, avaliação, plano de ação, evidência.

  2. 02

    A gente aponta, linha a linha, o que a norma pede e onde a sua corrente arrebenta.

  3. 03

    Você sai da conversa com o mapa das lacunas, tenha ou não fechado alguma coisa.